segunda-feira, 15 de junho de 2015

Angiospermas - 11/06/2015


Para termos uma noção da importância das angiospermas, de 350 mil espécies de plantas conhecidas, 250 mil são angiospermas.
As angiospermas são a evolução das gimnospermas, e praticamente a única diferença entre elas é que elas possuem flores e frutos. Sendo através das flores que elas produzem sementes e frutos.
As flores possuem as seguintes estruturas;

- Pedúnculo - o que liga a flor ao ramo;
- Receptáculo - abertura no fim do pedúnculo;
- Cálice - conjunto de sépalas, parecidas com as folhas, cuja função é proteger a flor quando esta ainda é um botão;
- Corola - conjunto de pétalas, geralmente coloridas e perfumadas, onde é produzido o néctar, que serve para atrair animais.
- Androceu - parte masculina da flor, é o conjunto de estames (folhas modificadas que possuem esporângios). é construído por filete e pela antena;
- Gineceu - parte feminina, é o conjunto de carpelos. Sendo que cada um deles apresenta uma área alargada oca ao fundo, onde fica o ovário. Após ser fecundado, as paredes do ovário formam o fruto.


As sementes se localizam nos frutos, onde estão protegidas. Na maioria das vezes, os frutos são coloridos e suculentos, o que pode atrair diversos animais.
As sementes que os animais engolem, atravessam o tubo digestivo de forma a deixá-las intactas, e são eliminadas através das fezes; isso normalmente acontece longe planta-mãe, o que favorece a dispersão das plantas no meio terrestre.



quarta-feira, 10 de junho de 2015

Gimnospermas - 04/06/2015


As gimnospermas são plantas terrestres, que costumam viver em ambiente de clima frio ou temperado, como os pinheiros e ciprestes.
Essas plantas possuem raízes, caule e folhas, estróbilos (um tipo de folha modificada).
As gimnospermas produzem sementes, que se originam nos estróbilos femininos, porém, elas não produzem frutos.

Nesse grupo de plantas, a reprodução ocorre de modo sexuado, sendo que os sexos podem ser encontrados separados ou juntos (dependendo de qual planta).
Em plantas que possuem os sexos separados, o estróbilo masculino produz grãos de pólen, enquanto o estróbilo feminino produz óvulos, no qual em seu interior surge um grande esporo.
Ao ser aberto, o estróbilo masculino libera os grãos de pólen, que são levados pelo vento até o estróbilo feminino. Onde ele pode formar o tubo polínico (local onde se origina o núcleo espermático, ou seja, o gameta masculino), que cresce até alcançar o óvulo e lá, introduzir o núcleo espermático.
No óvulo, o grande esporo se desenvolve, formando uma estrutura que guarda a oosfera, que, ao ser fecundada, forma o zigoto.
O zigoto desenvolvido dá origem a um embrião, que é quando o óvulo se transforma em semente, protegendo o embrião.
A semente é, originalmente formada para proteger o embrião de desidratação, calor, frio ou parasitas. Além de possuírem reservas nutritivas que alimentam o embrião até que suas primeiras folhas se formem para que, a partir desse momento, a própria planta produza seu alimento por meio da fotossíntese.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Pterodófitas - 28/05/2015


As pterodófitas são plantas que se desenvolveram a partir das briófitas, sendo que, foi nesse novo tipo de planta, surgiram os vasos condutores de nutrientes, que facilitava o transporte de água, favorecendo, portanto, para que as plantas adquirissem maior porte.
Grande parte dessas plantas vivem em ambiente terrestre, dando preferencia à locais úmidos e com sombra (assim como as briófitas).
Diferentemente de suas ancestrais, as pterodófitas possuem raiz, caule e folha.

Na época de reprodução, formam-se alguns pontinhos escuros nas plantas, chamados de soros, onde são produzidos inúmeros esporos.

Os soros só se abrem quando os esporos alí presentes já estão amadurecidos o bastante para, ao cair no solo úmido, germinar e originar um protalo, uma planta sexuada que produz gametas.
No protalo, são formados os anterozoides e oosfera, também existe água para que o anterozoide se desloque até a oosfera e a fecunde; surgindo então, o zigoto, que ao se desenvolver, forma o embrião.
O embrião, já desenvolvido, forma um novo esporófito, que, quando adulto continuará o ciclo de reprodução do mesmo modo.
Podemos ver que ainda há algumas semelhanças entre as briófitas e pterodófitas; como as duas precisarem de água para se reproduzirem. Porém, enquanto nas briófitas o gametófito é a fase duradoura, nas pterodófitas, a fase duradoura é o esporófito.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Briófitas - 21/05/2015

As briófitas são plantas pequenas, com alguns poucos centímetros de altura, que normalmente vivem em locais úmidos e com sombras, ou seja, em sua maioria, musgos.

O corpo de uma briófita é formado por:

- Rizoides - o que fixa a planta no local em que ela vive, e tem como função também, absorver água e sais minerais;
- Cauloide - haste da qual partem os filoides;
- Filoides - estrutura que faz a fotossíntese.

A diferença entre esse tipo de estrutura e as raízes, caules e folha, é que ainda não há a presença de vasos condutores de nutriente.
Por conta da ausência de vasos condutores, a água absorvida é transportada de célula para célula; um processo muito lento e que limita o crescimentos da planta.
Mas isso não significa que os vasos condutores são características exclusivas de plantas de maior porte. O capim, por exemplo, apresenta vasos condutores e ainda assim possui pequeno porte.

Nas briófitas, os gametófitos (fase em que se encontram os musgos que vemos em solo úmido) tem sexo separados. Ou seja, sua reprodução é sexuada; e ocorre de forma que, em uma determinada época, os gametófitos produzem uma pequena estrutura onde os gametas são produzidos. No gametófito masculino ocorre a produção de anterozoides, gametas móveis com flagelos, que podem ser levados até um gametófito feminino (que produz os gametas imóveis, chamados de oosferas) através de gotas de chuva.
Da união entre um anterozoide e uma oosfera surge um zigoto, que, ao se desenvolver forma um embrião sobre a planta feminina. Que, dá origem a fase de esporófito, quando ocorre produção de esporos.
Os esporos são formados dentro da cápsula, localizada na haste durante o esporófito. Assim que ficam maduros, os esporos são liberados e germinam no solo úmido, onde podem se desenvolver e originar uma nova planta(musgo).
Desse modo, fica claro que, nas briófitas a fase dominadora é a chamada gametófito, e que sua reprodução depende da água para transportar o gameta masculino ao feminino.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Reino Plantae - 14\05\2015


As plantas, assim como os animais e alguns fungos são pluricelulares e eucariontes, porém, uma características que as distingue é que elas autotróficas, ou seja, produzem o próprio alimento por meio da fotossíntese. O que faz com que elas produzam glicose e exalam gás carbônico.

A hipótese mais aceita, é que as plantas evoluíram de certos tipos ancestrais de algas que se desenvolvia na água, como as algas verdes.

Há aproximadamente 500 anos, algumas plantas começaram a se ocupar do ambiente terrestre, por conta da maior facilidade para captar raios solares, maiores trocas de gases. Porém, também foi necessário que elas se adaptassem para se desenvolverem sem grande auxílio de grandes quantidades de água, assim, as plantas adaptadas possuíam estruturas que permitiam absorver água do solo, e outra estrutura que impedia a perda em excesso da água.

Durante esse processo de evolução das algas para plantas, elas apresentaram uma evolução desigual, sendo que nem todas conseguiram se adaptar totalmente ao ambiente terrestre.
Então, foi vista a necessidade de dividir as plantas em alguns tipos:


- Briófitas;
- Pterodófitas;
- Gimnosperma;
- Angiosperma;

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Medo de falar em público- 07\05\2015



O medo de falar em público, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não está relacionado com o fato de a pessoa não ter se preparado o suficiente ou simplesmente não saber nada sobre o assunto o qual ela irá falar.

A pessoa que sofre desse medo, começa a transpirar, sentir calor, coceira, inquietação e nervoso. Logo, isso acaba atrapalhando o desempenho de sua fala, pois ela tem que se preocupar em se acalma, desviando assim, sua atenção.

Esse é um dos motivos mais comuns que causam o "branco", o que, além de esquecer todo o foco de sua apresentação, faz com que a pessoa perca a conexão com sua audiência, o que faz com que o desempenho de sua apresentação se perca totalmente.

Porém, há três regras simples que podem ajudar a superar esse medo)fobia:

1- Tentar encarar a apresentação como uma oportunidade, e não uma ameça (algo no qual você estaria se expondo);
2- Estudar o conteúdo e treinar incessantes vezes podem fazer com que você se sinta mais confiante, melhorando assim, o desempenho de sua apresentação;
3- Respire fundo e devagar, pois o medo faz que nosso corpo respire mais depressa, o que pode ocasionar menor oxigenação no cérebro, levando ao "branco" e estados de transe;

Seguindo essas três regras fundamentais, suas apresentações podem melhoras e seu medo de falar em público pode simplesmente se tornar fraco ou desaparecer.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Fungos - 03\04\2015


Os fungos formam um grupo extremamente numeroso, com cerca de 200 000 espécies.

Eles apresentam diversas formas de vida:
- como saprófagos: alimentam-se por meio da decomposição de organismo mortos;
- como parasitas: retirando substâncias de outros seres para se alimentar, podendo ou não prejudicar esse hospedeiro;
- como predadores: que capturam pequenos animais para deles se alimentarem;

Os fungos saprófagos proporcionam a reciclagem dos nutrientes por meio da degradação da matéria orgânica. Durante o processo de decomposição, a matéria orgânica presente em organismos mortos acaba sendo devolvida ao ambiente.

Os fungos também são responsáveis pelo apodrecimento de alimento e materiais, o que pode provocar sérios prejuízos econômicos, como aferrugem nos cafeeiros.


Já os fungos parasitas causam doenças em animais, plantas e no ser humano, como a necrose (manchas pretas que aparecem em folhas).

Os fungos podem viver por meio de relações multialisticas com plantas, como no caso dos que vivem associados às raízes de plantas, formando micorrizas; nesse caso, os fungos absorvem materias degradados e os transfere à planta, que em troca lhe cede alguns açúcares e aminoácidos, necessários para sua sobrevivência. Exemplo: Tomateiro, morangueiro, macieira.

É muito como os fungos causarem certas doenças ao ser humano, como a micose, que normalmente ocorrem na pele, mas podem afetar até mesmo as mucosas da boca (Exemplo: sapinho). Há também os fungos que causam histoplasmose, estes fungos parasitam o interior do organismo.

A maior parte dos fungo realiza respiração, mas há também os que realizam a fermentação, que são usados na fabricação de bebidas alcoolicas e na massa de pão.
Durante o processo de preparação do pão, seu teor alcoólico chega a 0,5%, sendo evaporado enquanto o pão assa.
Alguns tipos de fungos são usados na fabricação de queijos também.







quinta-feira, 9 de abril de 2015

Bactérias - 27\03\2015


O Reino Morena, é o reino ao qual as bactérias pertencem; Nesse reino, os seres são microscópicos, com estrutura simples, unicelulares e possuem célula procariótica.
As bactérias podem ser encontradas em qualquer parte da Terra, sendo de grande importância para a saúde, econimia e meio ambiente, elas podem ser encontradas em deferentes meios, como em mares, água doce, solo, no ar e até mesmo no corpo de muitos seres vivos.
As bactérias apresentam grande importância nos seguintes exemplos:
- Decomposição da matéria orgânica morta;
- Agentes que causam doenças no homem;
- Em processos industriais;
- Ciclo d nitrogênio, as bactérias contribuem para que o nitrogênio presente a atmosfera possa ser usado pelas plantas;
- Engenharia Genética e Biotecnologia, usada para a síntese de diversas substâncias;

Estrutura das Bactérias
Podemos entender a bactérias como microorganismos de apenas uma célula, procariotos, que vivem sozinhos ou em grupos. Sua célula contém quatro componentes fundamentais: membrana plasmática, hialoplasma, ribossomos e uma molécula de DNA.
Nucleoide é a local ocupado pelo cromossomo bacteriano. Há também uma parede celular, localizada externamente à membrana plasmática. 
Também é comum encontrarmos moléculas de DNA espalhadas pelo hialoplasma, tais moléculas conhecidas como plasmídios. Que geralmente contem genes que podem ser utilizados para antibióticos.
Alguns tipos de bactérias contém ainda outro envoltórios mucilaginoso, chamado de capsula. Nas bactérias que possuem essa cápsula, a periculosidade reside na cápsula.
A parede da célula bacteriana (membrana esquelética) reveste externamente a membrana plasmática, sendo constituída de uma substância química presente apenas nas bactérias, conhecida como comomureína.



quinta-feira, 26 de março de 2015

Peste Negra - 19\03\2015

Peste negra ou peste bubônica, foi o nome dado a uma epidemia de vírus ocorrida entre 1347 e 1350, que veio da China e se espalhou rapidamente através dos navios que exportavam produtos para várias partes do mundo, o que matou um terço da população da Europa.
Não havia uma faixa etária ou um grupo específico; a peste negra atacava crianças, mulheres, homens, pobres e nobres.
Durante esse período, houve escassez de alimentos e a ascensão da burguesia, que explorava o comercio, o que causou fome e mortes em massa. As pessoas, naquela época acreditavam que tudo que ocorria acontecia por causa da vontade de Deus, portando, elas consideraram a peste negra um castigo de Deus.
Pasturella Pestis foi o causador da peste, estando presente em roedores e em suas pulgas, foram eles os responsáveis pelo contagio dos seres humanos.

Havia três formas de peste negra:
- Peste bubônica: a que teve mais acontecimentos inflamava os gânglios linfáticos do pescoço, virilhas e axilas;
- Pneumônica: agia diretamente nos pulmões;
Septicêmica: atacava o sangue, causando hemorragias em muitas partes do corpo;

A doença era extremamente agressiva, matando em até três dias, e se alastrava com muita facilidade pelas pessoas através de espirros, tosse com pus e sangue.
Os doentes apresentavam sangue, pus, urina, suor e saliva escurecidas, o que gerou o nome de peste negra.
As pessoas que estavam infectadas também fediam muito e possuiam febre alta e dores muito fortes.
Quando a peste se alastrou pela primeira vez,era extremamente mortal, e  as pessoas usavam vinagre para se defender, devido ao fato de os ratos e pulgas evitarem o cheiro forte.


Com o avanço dos antibióticos, a peste se tornou facilmente controlada.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Mapa Conceitual - 12\03\2015

Mapas Conceituais são estruturas que representam as relações entre palavras e informações, que tem como objetivo facilitar o processo de compreensão de um determinado conteúdo, sendo organizado de acordo com a compreensão do idealizador.

Durante a construção de Mapas Conceituais é comum percebermos que alguns conceitos estão desdobrados em outros conceitos que estão contidos em si mesmos, podendo ser parcial ou integralmente.

Utilizar mapa conceitual como um método avaliatico é uma técnica não tradicional, mas que pode ser qualitativa, pois mostra como o aluno organiza e compreende determinados conceitos de uma matéria


Como são representações gráficas, os mapas conceituais apresentam palavras-chave importantes que podem ajudar a compreender alguns termos ou ideias. Eles também colaboram e estimulam a aprendizagem verbal e o modo como ela pode ser expressa graficamente.

O Mapa conceitual poderia tornar mais significativa a aprendizagem dos conteúdos abordados nas salas de aula, por conta das relações que os conteúdos estudados estariam ligados de uma certa forma aos conteúdos já assimilados e estudados anteriormente; e principalmente, proporcionar um conhecimento que ajudaria muito na hora de montar um currículo, textos e sistemas

quinta-feira, 12 de março de 2015

Vírus - 05\03\2015


O vírus é uma partícula proteica, que utiliza um hospedeiro para que ele possa se reproduzir (parasita), seu hospedeiro podendo ser vegetais ou até animais e humanos.
Essas partículas proteicas carregam uma pequena quantidade de ácido nucleico, o qual está envolto por uma capsula proteica chamada capsídeo; cujas proteínas que o compõem dependem do tipo de vírus que ele é.
A maioria dos vírus é formada apenas por nucleocapsídio(capsula proteica e o ácido nucleico); porém, algumas podem ser chamados de vírus encapsulados por possuírem um envoltório externo


Do que é formado o envoltório dos vírus encapsulados?
Eles consistem basicamente em duas camadas de lipídeos que normalmente são derivadas da membrana plasmática da célula hospedeira ou em moléculas de proteínas virais.

As moléculas de proteínas virais é o que determina que tipo de célula o vírus irá infectar, já que existem vírus que infectam apenas fungos, animais, plantas ou outros.

Como funciona o vírus no corpo hospedeiro?
A grande maioria dos vírus é prejudicial ao seu hospedeiro, pois ele tem a capacidade de destruir células ou até mesmo usá-las como um meio de reprodução.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Filogenia - 19\02\2015

A filogenia é a ciência que visa definir hipótese de relações evolutivas entre espécies conhecidas.

Essa ciência nasceu em 1966 após a publicação do livro “Phylogenetic Systematics”, que considerou as relações de ancestralidade comum entre grupos diferentes, sendo baseado em estudos morfológicos, comportamentais e moleculares.

Quando uma linhagem se divide, é representada como uma ramificação. Ou seja, uma única linhagem ancestral deu origem a duas ou mais linhagens semelhantes.


A filogenia também define algumas características em comum entre linhagens, sendo assim, cada linhagem tem uma história que é apenas dela e outra parte que é compartilhada com outras linhagens. Assim como cada linhagem possui ancestrais únicos de sua linhagem, e outros ancestrais de linhagens compartilhadas.

                               

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Taxonomia - 12/02/2015

Na aula anterior, conhecemos um pouco sobre um dos conteúdos que estudaremos esse semestre: a taxonomia.


Taxonomia é o nome dado à ciência que classifica os seres vivos e estabelece critérios para classifica-los, levando em conta as características fisiológicas, anatômicas e evolutivas de cada indivíduo.

Essa ciência se iniciou há muito tempo atrás, classificando os seres vivos entre os que tinham sangue e os que não tinham. Séculos depois, as classificações foram se tornando menos superficiais, começando assim, a agrupar os seres em classes, ordens, gêneros e espécies.
E ainda, para facilitar o diálogo de pessoas que falavam diferentes idiomas, todos os seres da Terra passaram a ter nomes científicos, que seria a combinação de duas palavras; a primeira seria uma palavra em latim para determinar o gênero; e a segunda um nome que indicasse a espécie daquele determinado ser.

Mais tarde, essas classificações foram novamente aprimoradas, passando a classificar os seres em três reinos: animal, mineral e vegetal.
Assim, surgiu o modo como os seres vivos são classificados atualmente:






Como podemos perceber, à medida que se avança na classificação dos seres (de espécies à reinos), a quantidade e a diversidade dos seres vivos vai aumentando, assim como suas diferenças também.